Livro esclarece como a psicanálise alimentou-se de literatura, cinema, teatro, viagens e mitologias para se tornar uma cultura universal

Em Dicionário amoroso da psicanálise (Zahar, 360 pp, R$ 89,90 – Trad.: André Telles), Elisabeth Roudinesco abandona sua abordagem acadêmica habitual para dar livre curso a encadeamentos inéditos. Em vez de conceitos, atores ou países, o leitor encontra temas, palavras, ficções e territórios reunidos de modo arbitrário e pessoal, além de citações, remissões e um índice onomástico. Cruzando cidades e museus, personagens, poemas e romances que lhe são familiares ou que aprecia em particular, Roudinesco adota o método intuitivo para esclarecer ao leitor como a psicanálise alimentou-se de literatura, cinema, teatro, viagens e mitologias para se tornar uma cultura universal. De Amor a Zurique, passando por Animais, Cidades brasileiras, O Segundo Sexo, Hollywood, David Cronenberg, Jesuítas, Sherlock Holmes, Marilyn Monroe, Paris, Felicidade, Psiquê, Leonardo da Vinci e muito mais -, o livro reúne uma vastidão de experiências e palavras.

Fonte: Publish News

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