Programa distribuirá 3,6 milhões de livros infantis gratuitos pelo país. Os títulos de 2019 são ‘Leo e a Baleia’, de Benji Davies, e ‘O Tupi que você fala’, de Cláudio Fragata

Distribuindo livros gratuitos e incentivando a leitura na primeira infância há anos no Brasil, o programa Leia para uma Criança, realizado pelo Itaú Unibanco e pelo Itaú Social, lançou sua campanha 2019 focando no potencial da leitura como agente transformador dos indivíduos, famílias e da sociedade.

Em sua nona edição, a iniciativa vai distribuir 3,6 milhões de livros para todo o país, em kits compostos por edições exclusivas de Leo e a Baleia (Paz e Terra / Record), de Benji Davies, e O Tupi que você fala (Globinho / Globo Livros), de Claudio Fragata. Os livros infantis são selecionados por meio de edital – passam por uma curadoria de especialistas em literatura infantil, Organizações da Sociedade Civil (OSCs), secretarias de Educação, Cultura e Assistência Social, bem como voluntários do Itaú Unibanco, adultos e crianças de diversas regiões do país – e as escolhidas são distribuídas gratuitamente. A partir dessa semana, os dois livros já podem ser solicitados e além do envio para quem fizer o pedido no site, 600 mil kits serão enviados a crianças matriculadas na rede pública de municípios considerados de alta e muito alta vulnerabilidade, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país. Desde a criação do programa, mais de 54 milhões de livros impressos foram distribuídos – incluindo edições em braile e letra expandida.

Os vídeos da campanha – que já estão passando na TV – foram inspirados na história de Thompson e Rosângela. Moradora da Zona Leste de Natal (RN), Rosângela Marinho trabalhou por muitos anos como catadora de recicláveis e enquanto buscava os materiais que levariam o sustento para a família, também procurava por livros descartados, os levava para casa e lia as histórias para seus filhos. Quando aprendeu a ler, o próprio Thompson começou a se aventurar pelos conteúdos de diversos autores e atualmente, cursa Química na universidade de Rochester, em Nova York, nos EUA. Os vídeos, com alta voltagem emocional, mostram o ponto de vista da mãe e do filho.

Fonte: Publish News

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