A Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 foi marcada não só pelo recorde de público nos jogos e acompanhando as transmissões ao vivo, mas também pelos discursos sobre igualdade salaria ente homens e mulheres, sempre feitos pelas jogadores de diversos times.

O pedido de “salários iguais” ecoou durante o jogo da final entre Estados Unidos e Holanda, e continuou reverberando por toda a festa em comemoração ao títulos das norte-americanas.

Aproveitando o gancho, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, assinou um projeto de lei cujo objetivo é eliminar a diferença salarial entre os gêneros no estado. Cuomou assinou o projeto ontem, pouco antes da Seleção Feminina desfilar pelas ruas de NY.

O projeto exige “pagamento igual para trabalho substancialmente similar” e proíbe os empregadores de pagarem os funcionários de maneira diferente com base em sua identidade de gênero, raça, orientação sexual ou classe social.

Cuomo não foi o único político de Nova York a usar a vitória da Seleção Feminina de futebol para promover sua agenda política. O prefeito da cidade, Bill De Blasio, também aproveitou a luta das mulheres para promover sua campanha presidencial. De acordo com a CNN, o candidato democrata afirmou: “Se eu fosse presidente dos Estados Unidos, insistiria que o Congresso aprovasse uma emenda à Lei do Esporte Amador exigindo salário igual para homens e mulheres em todos os nossos times esportivos”.

Fonte: B9

​Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Central da Pauta.