Os três livros da série ‘Para todos os garotos que já amei’ vão parar na Lista Geral. Ao todo, foram 12.663 exemplares vendidos nessa semana.

No dia 31 de agosto, o PublishNews publicava matéria intitulada Três vezes Jenny Han para dar destaque para a trilogia Para todos os garotos que já amei, que serviu de inspiração de filme homônimo. Naquela ocasião, a Intrínseca, casa do livro no Brasil, emplacava os três títulos na lista. A trilogia continua na lista, mas nessa semana, os três volumes alcançaram a Lista Geral, onde estão os 20 livros mais vendidos de todas as categorias. Aliás, Para todos os garotos que já amei foi o terceiro livro mais vendido da semana, com 5.188 cópias vendidos. Ele perdeu só para os inoxidáveis (até o momento) A sutil arte de ligar o foda-se (Intrínseca) e As aventuras na Netoland com Luccas Neto (Pixel / Ediouro), que venderam 9.694 e 8.430 exemplares respectivamente. P.S. Ainda amo você e Agora e para sempre, Lara Jean, os outros dois livros da trilogia de Han, ficaram nas posições de número 6 e 8 da Lista Geral.

Jenny Han | © Divulgação / Redes Sociais

O sucesso de Jenny Han ajudou a pôr fermento na lista, que cresceu 3% em relação aos números da semana passada. E o crescimento foi sentido com mais força (+26%) na Lista Infantojuvenil onde foram categorizados os livros da série, que ocupam as posições 2, 3 e 4. Foi em Infantojuvenil, a propósito, que apareceram três das quatro novidades da semana. Todas elas da Ciranda Cultural: Miraculous Ladybug – O grande torneio (757 exemplares vendidos e 11º lugar); Masha e o Urso – Histórias divertidas (712 12º) e Dora, a aventureira – Brincando com cavalos (599 20º).

Na 11ª posição da Lista de Negócios, estreou O poder e o impacto de uma visão (Thomas Nelson / HarperCollins), com 522 cópias vendidas.

O Ranking das Editoras continua liderado pela Sextante, que emplacou 17 títulos. Na sequência, aparecem a Intrínseca, com 12, e a Planeta, com dez.

Fonte: Publish News

​Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Central da Pauta.