Nesta quinta-feira o senador Fernando Collor (PTC-AL) comentou em Plenário o mais recente relatório do Banco Mundial, que reconhece como corretas e inéditas as medidas de abertura do comércio brasileiro implantadas por Collor, como presidente da República, a partir de 1990, especialmente pelo forte impacto que tiveram no aumento da renda da população mais pobre.

O documento Emprego e Crescimento: A Agenda da Produtividade destacou as políticas de exportação e a redução das tarifas de importação sobre os alimentos, que preservaram a competitividade do mercado e possibilitaram o aumento da produtividade.

— Promovi a abertura comercial por meio de grande redução das tarifas de importação, das barreiras não tarifárias e da quebra de monopólios e reservas de mercado. Foi uma decisão que mostrava a boa intenção do país para se firmar como um parceiro confiável e se inserir, de forma soberana, na comunidade internacional — disse Collor.

Ele enfatizou que suas medidas permitiram a entrada de investimento estrangeiro, a fixação de empresas multinacionais no país e o abastecimento do mercado interno com produtos importados.

— Tudo isso impulsionou a economia, gerou empregos, aumentou a renda média dos brasileiros e diminuiu a desigualdade social — lembrou.

O senador ainda ressaltou parte do relatório que apontou as grandes barreiras regulatórias e administrativas que dificultam os negócios no Brasil. Ele lembrou que, em seu governo, reduziu o aparato estatal e a burocracia.

— Precisamos retomar um sólido e correto desenvolvimento da análise econômica para sair das dificuldades que o Brasil enfrenta, recheadas de paternalismos, protecionismos e intervencionismos de toda ordem. A burocracia anacrônica que impede o arejamento da atividade econômica e a implantação de políticas essenciais voltadas para a educação, para a saúde e, hoje, com ênfase, para a segurança pública — sugeriu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Senado Federal

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Central da Pauta.

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