Pode não parecer, mas a SXSW não é só alegria: tem também decepção.

Ora é uma palestra que você queria muito ir mas não conseguiu entrar no fim – no meu caso foi o disputado painel da NASA com a LEGO – ou é um palestrante que você apostava muito e na hora H decepciona forte.

Sobre esta última, tive dois casos no dia de hoje. Alex Chung, fundador e CEO da Giphy, ia falar sobre o fim do conteúdo em “The End of Content”, mas só fez uma apresentação rasa com gifs engraçadinhos. Já Ray Kurzweil, futurologista do Google e da Singularity University, que eu já tinha assistido se apresentar por aqui há uns quatro anos, resolveu fazer de seu painel “The Power of Ideas to Transform the World is Accelerating” (em português “O poder das ideias para transformar o mundo está acelerando”) um grande jabá do livro infantil que vai lançar. Dureza…

Mas como diria meu avô, tudo na vida tem uma compensação, e eu por acaso entrei numa palestra sobre diversidade que terminou sendo a melhor do dia. Nela, uma ex-editora da Vogue falou de algumas coisas que valem o registro aqui.

Segundo ela, estimular diversidade é bom porque a gente passa a enxergar o mundo lá fora como ele é de fato. É à partir dele que vem uma maior pluralidade de pontos de vista, que por ele torna o desconforto na nova regra: prepare-se para ouvir e adotar pontos de vista que são diferentes do seu. E ter uma atitude positiva é a chave neste processo. Ao invés de se apontar o dedo para quem não faz, ajude-o a fazer.

Fonte: B9

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Central da Pauta.

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