O instituto Oi Futuro apresenta a primeira Bienal de Arte Digital do Brasil, que acontecerá entre 5 de fevereiro e 18 de março, no Rio de Janeiro. Artistas nacionais e de diversos países como Espanha, Estados Unidos e China exibirão trabalhos que têm como finalidade refletir e trazer para debate a experimentação de novas linguagens artísticas com o uso de ferramentas digitais e tecnologias inovadoras.

A programação contará com exposições, performances e simpósios de cerca de 20 artistas de diferentes países que exploram o tema “linguagens híbridas”. A proposta da Bienal é se tornar uma agenda nacional de arte digital e mostrar a cada dois anos obras e exposições que reflitam temas sociais importantes.

Entre os trabalhos estão temas como o uso da tecnologia de célula de combustível microbiana para obter eletricidade de bactérias anaeróbicas e componentes orgânicos na água, experimento do cientista e artista brasileiro Ivan Henriques.

A Bienal também contará com um simpósio internacional, com a presença do americano Joe Davis, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e do Departamento de Genética de Harvard, que mostrará sua visão sobre o híbrido (artista e cientista), no dia 6 de fevereiro.

Os trabalhos escolhidos foram selecionados por um conselho curador entre mais de 600 inscrições realizadas via edital.

O evento é promovido pelo Festival de Arte Digital (FAD), um projeto sobre a exploração inventiva de novas tecnologias no campo da arte e da comunicação com destaque para a exibição de instalações de performances e apresentações diversas privilegiando a arte digital.

Do Rio de Janeiro a Bienal segue para Belo Horizonte, onde a programação ocorrerá entre os dias 26 de março e 29 de abril, no Conjunto Moderno Da Pampulha – Museu de Arte da Pampulha (MAP).

Fonte: B9

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Central da Pauta.

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